A Reforma Tributária, regulamentada em janeiro de 2026, altera a precificação do frete no Brasil ao unificar cinco tributos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) no IVA, composto pelo IBS (estadual e municipal) e pela CBS (federal). A alíquota média estimada do IVA varia entre 26,5% e 28%. Embora o imposto seja pago pelo consumidor final, o recolhimento caberá às empresas ao longo da cadeia, o que adiciona uma nova camada de complexidade às operações de transporte, já pressionadas por custos como combustível, pedágio, manutenção, distância e tipo de carga.
Diante desse cenário, transportadoras e embarcadores buscam ganhos de eficiência para evitar repassar aumentos aos clientes, respeitando os pisos mínimos definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres. O Grupo EcoPower Eficiência Energética, por exemplo, tem intensificado o controle de custos, a otimização de rotas e a busca por fretes de retorno para reduzir viagens vazias. A estratégia inclui planejamento logístico centralizado, parcerias para cargas de retorno e direcionamento da frota conforme a demanda regional, absorvendo impactos da nova tributação com eficiência operacional antes de qualquer reajuste ao cliente.
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