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Por que seu ambiente tributário fiscal deve ir para a cloud?

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Número de atualizações na legislação e quantidade de tributos colocam os sistemas tributários como prioridade na migração para a nuvem

Cloud já não é mais tendência, é realidade. Considerada uma das tecnologias mais promissoras dos últimos anos, a nuvem invadiu o meio corporativo, o que deu início a uma espécie de corrida para a cloud, em que as empresas querem levar tudo para os “ares”. Passado o entusiasmo inicial, como deve ser uma jornada de sucesso na gestão tributária fiscal no ambiente cloud?

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Com solução de governança fiscal, AccorHotels garante controle sobre pagamento de obrigações acessórias

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Rede francesa de hotéis adota solução Synchro Governança, que assegurou maior controle, pontualidade e segurança na gestão fiscal da empresa

O processo tributário brasileiro desafia empresas instaladas no País. Diante da complexidade, o governo criou um sistema integrado de informações tributárias – o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) -, que visa a simplificar o envio, armazenamento e procedimentos sujeitos ao controle da administração tributária.

O sistema trouxe diversas automatizações, mas o processo de escrituração digital contém determinadas lacunas que podem causar enormes prejuízos. Diante desse cenário, a rede de hotéis AccorHotels buscou minimizar os impactos da legislação em suas atividades e, com tecnologia de governança fiscal, implementou a solução Synchro Governança, software responsável por prover suporte principalmente aos gestores fiscais da empresa.

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Fisco tem agido de forma implacável

Fisco tem agido de forma implacável

Setor industrial lidera com 41% do valor arrecadado das autuações

O fisco vem agindo de forma implacável com operações que visam apurar a sonegação fiscal. Hoje a Receita Federal possui um cronograma de fiscalizações, que tem a meta de arrecadar R$ 125 bilhões em 2016, para fechar o ano com valor igual ao apurado em 2015. Em anúncio recente, a instituição federal afirmou ter resgatado cerca de R$73,2 bi em autuações no período de janeiro a agosto desse ano. Se fizermos uma conta fácil, faltam cerca de R$ 51,8 bi para atingir a meta, exigindo preparação e cuidado dos contribuintes que não quiserem pagar essa conta.

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Reconhecimento da variação cambial para fins tributários pode ajudar empresas impactadas pela alta do dólar

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A instabilidade econômica provocada pela forte queda no PIB esperada em 2016 em torno de -3,2% (segundo últimas análises dos economistas) e uma taxa de juros na casa de 13,75% (Relatório do Banco Central), gerou forte queda do Real frente às principais moedas do mundo (Dólar, Libra e Euro).

Como a referência mundial é o dólar e consequentemente a maioria das operações praticadas pelas empresas com o mercado internacional também utilizam o dólar, a sua valorização desde 2015 frente ao real gera uma variação cambial elevada, que provoca nas empresas aumento de receita com a variação ativa ou de despesas com a variação passiva, dependendo da posição em que a empresa está atuando. Essa tendência de dólar alto passa pelos problemas encontrados em nossa economia por uma instabilidade que vem desde 2015 e que começa a dar sinais de recuperação no segundo semestre de 2016.

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Quais são as principais obrigações acessórias em empresas?

Pessoas jurídicas e equiparadas, independente do enquadramento ou da forma de tributação, estão obrigadas a cumprir uma série de exigências tributárias. Duas importantes obrigações compõem as exigências impostas aos contribuintes, entre elas estão às obrigações principais e as obrigações acessórias. A primeira surge em decorrência do fato gerador e tem por objeto o pagamento do tributo, como é o caso de Impostos, Contribuições e Taxas. Já no caso das obrigações acessórias, representam um dever administrativo destinado a controlar o cumprimento da obrigação tributária de exigência do tributo, fornecendo ao Fisco dados para a comprovação do pagamento da obrigação principal.

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4 problemas que sua empresa pode ter com uma gestão de estoque ruim

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A gestão de estoque é uma ferramenta essencial no processo de tomada de decisão e, principalmente, para que objetivos principais do negócio sejam atingidos: lucro e a satisfação dos clientes. Empresas que controlam eficientemente seus estoques, frequentemente, conseguem praticar melhores preços, atendendo com agilidade e mais qualidade no serviço prestado ou produto comercializado.

A falta de gerenciamento de estoque pode ser fatal para muitas empresas, uma vez que influenciam diretamente os gastos, assim como as receitas. Um controle eficiente maximiza o capital de giro, auxilia o setor de logística e dá suporte as setores de vendas e Compras da empresa. Além disso, auxilia gestores a não caírem nas armadilhas de mercadorias estagnadas ou deixar de vender por falta de um produto.

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O que não pode faltar na gestão de estoque da sua empresa?

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Uma gestão de estoque eficaz envolve diversos fatores que não devem ser neglienciados pelos gestores. Em muitos casos, ações simples podem ser suficientes para mudar consideravelmente os resultados.
No artigo de hoje, vamos apresentar algumas questões que não podem faltar na gestão de estoque da sua empresa e falar um pouco mais sobre cada uma delas. Quer saber quais são? Continue acompanhando e confira.

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Qual a importância do planejamento de produção para empresas?

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O planejamento de produção é uma tarefa importantíssima no desenvolvimento de um negócio que manufatura seus produtos. Essa importância se deve ao fato do planejamento e monitoramento dos insumos que serão utilizados durante o processo produtivo contribuir para melhores resultados e redução de custos.

Quer saber ainda mais sobre a importância do planejamento de produção para uma empresa? Continue acompanhando o post e confira a seguir.

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Obrigações acessórias: que riscos de autuação sua empresa pode sofrer?

Quando uma empresa possui qualquer irregularidade fiscal, deliberada ou não, ela passa a correr sérios riscos com a fiscalização. Nos últimos anos, inclusive, esse risco aumentou consideravelmente já que com o Sped Fiscal o cruzamento de dados e, portanto, o encontro de irregularidades ficou mais fácil. Com isso, o Fisco se tornou ainda mais rigoroso já que agora dispõe de uma ferramenta ainda mais poderosa e capaz de identificar irregularidades, aumentando também os riscos de autuação das empresas. Assim, confira com quais riscos sua empresa pode sofrer e como evitá-los.