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Reconhecimento da variação cambial para fins tributários pode ajudar empresas impactadas pela alta do dólar

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A instabilidade econômica provocada pela forte queda no PIB esperada em 2016 em torno de -3,2% (segundo últimas análises dos economistas) e uma taxa de juros na casa de 13,75% (Relatório do Banco Central), gerou forte queda do Real frente às principais moedas do mundo (Dólar, Libra e Euro).

Como a referência mundial é o dólar e consequentemente a maioria das operações praticadas pelas empresas com o mercado internacional também utilizam o dólar, a sua valorização desde 2015 frente ao real gera uma variação cambial elevada, que provoca nas empresas aumento de receita com a variação ativa ou de despesas com a variação passiva, dependendo da posição em que a empresa está atuando. Essa tendência de dólar alto passa pelos problemas encontrados em nossa economia por uma instabilidade que vem desde 2015 e que começa a dar sinais de recuperação no segundo semestre de 2016.

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Quais são as principais obrigações acessórias em empresas?

Pessoas jurídicas e equiparadas, independente do enquadramento ou da forma de tributação, estão obrigadas a cumprir uma série de exigências tributárias. Duas importantes obrigações compõem as exigências impostas aos contribuintes, entre elas estão às obrigações principais e as obrigações acessórias. A primeira surge em decorrência do fato gerador e tem por objeto o pagamento do tributo, como é o caso de Impostos, Contribuições e Taxas. Já no caso das obrigações acessórias, representam um dever administrativo destinado a controlar o cumprimento da obrigação tributária de exigência do tributo, fornecendo ao Fisco dados para a comprovação do pagamento da obrigação principal.

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Por que se preocupar com a Gestão de Documentos Fiscais Eletrônicos

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Quem é responsável pela gestão de uma empresa, certamente, tem uma série de demandas diariamente. Desenvolvimento do produto ou do serviço, logística, folha de pagamento, entre outros. Não é diferente com as áreas tributária e fiscal, que devem cuidar da gestão de documentos fiscais eletrônicos.

Antigamente, tudo era feito com centenas de papéis. A partir de 2006, a Receita Federal passou a tornar esse processo virtual, facilitando a vida das empresas. No entanto, ainda existem muitas organizações que não conseguem bem gerir bem essa demanda, por não entenderem o funcionamento ou a necessidade de fazê-lo.

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Obrigações acessórias: que riscos de autuação sua empresa pode sofrer?

Quando uma empresa possui qualquer irregularidade fiscal, deliberada ou não, ela passa a correr sérios riscos com a fiscalização. Nos últimos anos, inclusive, esse risco aumentou consideravelmente já que com o Sped Fiscal o cruzamento de dados e, portanto, o encontro de irregularidades ficou mais fácil. Com isso, o Fisco se tornou ainda mais rigoroso já que agora dispõe de uma ferramenta ainda mais poderosa e capaz de identificar irregularidades, aumentando também os riscos de autuação das empresas. Assim, confira com quais riscos sua empresa pode sofrer e como evitá-los.

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Como funciona a validação da NCM na publicação da Nota Técnica n.º 2015.002

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Tanto nas operações de compra quanto nas de venda, a correta classificação e cadastro são fundamentais para a determinação dos tributos e também nas informações que serão transmitidas pelo SPED refletindo as operações de uma determinada empresa.

Porém, observa-se que na legislação brasileira, em constante processo de mudança, ainda é muito comum encontrar cadastros relacionados ao estabelecimento do código pela Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), o que pode gerar diversos problemas. Vamos agora entender melhor como funciona a validação da NCM na publicação da Nota Técnica n.º 2015.002.

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4 erros de gestão tributária e fiscal que sua empresa deve evitar

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Além da pesada carga tributária, a legislação fiscal do Brasil tem um caráter bastante desafiador, já que os tributos variam de estado para estado. Existem também constantes mudanças na forma de tributação, e é preciso observar algumas minúcias que dependem do tipo de produto fabricado, da mercadoria vendida ou do serviço oferecido. Dessa forma, é muito importante que se esteja sempre atento à questão tributária de sua empresa. Listaremos, portanto, 4 erros de gestão tributária e fiscal que sua empresa deve evitar, confira!

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Por que tomar cuidado com informações tributárias que estão na internet?

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Com a revolução informacional causada pela internet, quase todos os processos oficiais que uma empresa possui passaram a ser gerenciados de maneira virtual ou eletrônica, ou seja, com auxílio e suporte da rede. Isso causou uma situação que até então era impensada: o acesso irrestrito a informações disponibilizadas via internet de qualquer lugar do mundo por qualquer pessoa. Bastava digitar o endereço do website que a informação estava lá, pronta para uso. E isso ocorreu, é claro, com as informações tributárias também.

Diferentemente de um caminho a ser feito entre uma cidade ou outra, que também pode ser encontrado via internet, informações tributárias encontradas na internet, mesmo que utilizadas de boa-fé, mas equivocadas, vão gerar multas e sanções inesperadas pelas empresas.

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Por que sua empresa deve investir em uma boa gestão fiscal?

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Uma grande preocupação dos empresários reside no fato de que toda a parte burocrática referente a demonstrações contábeis, obrigações tributárias e acessórias, procedimentos para emissão de notas fiscais e relacionamento com escritórios de contabilidade poderia ser evitada ou, pelo menos, simplificada. Mas é um fato que a gestão fiscal, quando realizada de maneira efetiva, é uma grande aliada das empresas, pois pode fornecer dados com elevada precisão, os quais servirão de suporte para a gestão no processo decisório.

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SYNCHRO informa alteração do prazo de entrega da EFD-ICMS/IPI com as informações do Bloco K

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Fique atento aos novos prazos para a entrega do Bloco K, EFD-ICMS-IPI, com esta alteração você ganhou mais prazo para adequar-se as novas regras de controle de produção e estoque

Após reunião realizada no dia 02/10/2015, o Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ e o Secretário da Receita Federal do Brasil divulgaram, através do AJUSTE SINIEF 08/2015,  as novas datas para a inclusão das informações do Bloco K, na EFD ICMS-IPI de acordo com o calendário abaixo: