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Por que seu ambiente tributário fiscal deve ir para a cloud?

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Número de atualizações na legislação e quantidade de tributos colocam os sistemas tributários como prioridade na migração para a nuvem

Cloud já não é mais tendência, é realidade. Considerada uma das tecnologias mais promissoras dos últimos anos, a nuvem invadiu o meio corporativo, o que deu início a uma espécie de corrida para a cloud, em que as empresas querem levar tudo para os “ares”. Passado o entusiasmo inicial, como deve ser uma jornada de sucesso na gestão tributária fiscal no ambiente cloud?

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Com solução de governança fiscal, AccorHotels garante controle sobre pagamento de obrigações acessórias

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Rede francesa de hotéis adota solução Synchro Governança, que assegurou maior controle, pontualidade e segurança na gestão fiscal da empresa

O processo tributário brasileiro desafia empresas instaladas no País. Diante da complexidade, o governo criou um sistema integrado de informações tributárias – o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) -, que visa a simplificar o envio, armazenamento e procedimentos sujeitos ao controle da administração tributária.

O sistema trouxe diversas automatizações, mas o processo de escrituração digital contém determinadas lacunas que podem causar enormes prejuízos. Diante desse cenário, a rede de hotéis AccorHotels buscou minimizar os impactos da legislação em suas atividades e, com tecnologia de governança fiscal, implementou a solução Synchro Governança, software responsável por prover suporte principalmente aos gestores fiscais da empresa.

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De olho em novas tendências, Alfaparf leva obrigações contábeis para a nuvem

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Em busca de segurança e melhoria em seus processos contábeis, empresa adota módulo ECD – Escrituração Contábil Digital em cloud com a SYNCHRO.

Tendência no setor de Tecnologia da Informação, as aplicações em nuvem são uma nova aposta do setor para garantir segurança e diminuir investimento em hardware. Pensando nisso, a Alfaparf, empresa referência no setor de cosméticos, levou seu módulo ECD – Escrituração Contábil Digital para a nuvem. A empresa já contava com a solução SYNCHRO on-premise e agora passa a operar em cloud. Segundo o diretor de TI da empresa, Fabrizio Grisci, “o investimento em cloud visa principalmente a segurança dos dados da Alfaparf, evitando que informações importantes se percam ou caiam em mãos erradas.

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Fisco tem agido de forma implacável

Fisco tem agido de forma implacável

Setor industrial lidera com 41% do valor arrecadado das autuações

O fisco vem agindo de forma implacável com operações que visam apurar a sonegação fiscal. Hoje a Receita Federal possui um cronograma de fiscalizações, que tem a meta de arrecadar R$ 125 bilhões em 2016, para fechar o ano com valor igual ao apurado em 2015. Em anúncio recente, a instituição federal afirmou ter resgatado cerca de R$73,2 bi em autuações no período de janeiro a agosto desse ano. Se fizermos uma conta fácil, faltam cerca de R$ 51,8 bi para atingir a meta, exigindo preparação e cuidado dos contribuintes que não quiserem pagar essa conta.

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Evite autuações – Confira as penalidades relacionadas à ECF

Penalidades realcionadas à ECF

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) trouxe um novo formato de apuração do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Com informações contábeis e fiscais do IRPJ e da CSLL interligadas, o Fisco (Receita Federal) poderá efetuar, de forma rápida e eficiente, cruzamentos de informações e auditorias eletrônicas, ampliando seu poder de fiscalização.

Importante destacar que, além do salto tecnológico na apuração e recepção das informações, a ECF também tem como objetivo a diminuição da sonegação de receitas tributárias. Nesse contexto, várias penalidades foram relacionadas à respectiva obrigação acessória federal e, como veremos adiante, o Fisco não economizou quando se trata de não entrega, atraso, incorreções, omissões e informações inexatas ou incompletas.

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Reconhecimento da variação cambial para fins tributários pode ajudar empresas impactadas pela alta do dólar

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A instabilidade econômica provocada pela forte queda no PIB esperada em 2016 em torno de -3,2% (segundo últimas análises dos economistas) e uma taxa de juros na casa de 13,75% (Relatório do Banco Central), gerou forte queda do Real frente às principais moedas do mundo (Dólar, Libra e Euro).

Como a referência mundial é o dólar e consequentemente a maioria das operações praticadas pelas empresas com o mercado internacional também utilizam o dólar, a sua valorização desde 2015 frente ao real gera uma variação cambial elevada, que provoca nas empresas aumento de receita com a variação ativa ou de despesas com a variação passiva, dependendo da posição em que a empresa está atuando. Essa tendência de dólar alto passa pelos problemas encontrados em nossa economia por uma instabilidade que vem desde 2015 e que começa a dar sinais de recuperação no segundo semestre de 2016.

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Mudanças na legislação fiscal valorizam a ECF

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Com o fim do FCONT e do RTT, ECF e ECD passam a ser responsáveis por ajustes contábeis.

 Após 6 anos em vigor, o chamado Regime Transitório Tributário (RTT) não é mais obrigatório, trazendo a necessidade de uma série de mudanças e ajustes contábeis para empresas que precisam lidar com padrões internacionais de contabilidade. Criado para anular os efeitos contábeis causados pelos padrões  internacionais de contabilidade , o RTT afetava principalmente as empresas tributadas pelo lucro real l e par aquelas que mesmo não sendo tributadas pelo luco real adotam o padrão internacional de contabilidade. Com o fim do RTT, foi extinta também em 2015 a obrigatoriedade do Controle Fiscal Contábil (FCONT), demonstrativo do  RTT. Apesar do fim da entrega do FCONT, os ajustes contábeis ainda são necessários, já que o Fisco brasileiro estabeleceu seu modelo contábil  aqueles práticos até 31.12.2007, exigindo adaptação das regras contábeis  para os padrões estabelecidas nessa data. O que mudou foi o processo e o local onde esses ajustes serão registrados, fazendo parte da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) e da Escrituração Contábil Digital (ECD).

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Novo procedimento de Ressarcimento do ICMS exige conhecimento

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Portaria CAT 158/15 altera os métodos de demonstração de ressarcimento do imposto e integra esse procedimento ao SPED fiscal. Legislação fiscal não foi alterada.

Entrou em vigor no primeiro dia de 2016 a portaria CAT 158/15, que regulamenta novos padrões de demonstração da restituição do ICMS por parte do contribuinte substituído (atacadistas e varejistas). A portaria não traz nenhuma novidade na legislação de substituição tributária ou em relação às hipóteses de ressarcimento de ICMS. As regras de ressarcimento do ICMS já estavam previstas na Portaria CAT 17/99, mas não estavam representadas no SPED Fiscal. Com a publicação da nova disciplina introduzida pela Portaria CAT 158/15, os procedimentos para fins de ressarcimento do ICMS retido por ST e o ICMS a ser creditado pela operação própria do contribuinte serão identificados no SPED Fiscal, por meio de códigos específicos, que serão lançados na EFD-ICMS/IPI.