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Ações da Receita Federal para 2017

No início do mês de março, a Receita Federal do Brasil divulgou o seu Plano Anual da Fiscalização para o ano calendário de 2017 e os resultados de 2016; a expectativa do fisco com lançamentos de Autos de infração em 2017 é de R$ 143,4 bilhões, frente aos R$ 121,6 bilhões alcançados em 2016.

O foco da fiscalização para o ano de 2017 continua sendo os grandes contribuintes, ou também denominados contribuintes diferenciados, um total de 8.885 pessoas jurídicas, que serão foco de monitoramento por parte da RFB, essa quantidade de pessoas jurídicas correspondem a menos que 0,01% do total das empresas existentes no Brasil, mas que respondem por 61% da arrecadação das receitas administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB); os parâmetros para definição das Pessoas Jurídicas Diferenciadas para o ano de 2017 estão previstos na Portaria RFB nº 1.714, de 22 de dezembro de 2016, que entre outros são:

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Automação de Entregas da SYNCHRO automatiza entrega de obrigações acessórias e está disponível em Cloud.

Solução elimina processos manuais garantindo economia, tranquilidade e conformidade para os departamentos tributários.  

A cada mês inicia-se uma nova janela para entrega de obrigações acessórias do apertado calendário fiscal brasileiro, o que exige dos contribuintes um alto volume de horas de trabalho para garantir a conformidade tributária e as devidas entregas dentro do prazo de obrigações acessórias para o Fisco. De olho nos desafios criados pela legislação e nas principais dores de seus clientes, a SYNCHRO, maior provedora brasileira de soluções fiscais, começa a oferecer ao mercado a Automação de Entregas SYNCHRO, solução moderna que automatiza todo o processo de importação, validação, assinatura digital, entrega e armazenamento de duas das principais obrigações acessórias.

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Bloco K. ICMS. Nfes e e-Social. Sua empresa está preparada?

Segundo levantamento feito e divulgado nesta quarta-feira, 15/02, através do site Convergência Digital, mostra que mesmo com o cenário político desafiador e o ambiente econômico turbulento, o Estado brasileiro continua focado no aumento de receita, investindo em tecnologia de apuração e cruzamento de dados para garantir uma maior arrecadação com tributos. O Fisco se mantém disposto a aumentar a rigidez das fiscalizações. O estudo enumera quais são os principais desafios fiscais, contábeis e trabalhistas em 2017.

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O que esperar do Fisco em 2017?

Veja quais são os principais desafios tributários, fiscais e contábeis para as empresas no ano de 2017 segundo levantamento da SYCNHRO.

 O ano novo fiscal começou a todo vapor, conforme previa o script de 2016. Ainda enfrentando um cenário político desafiador e um ambiente econômico que começa a dar seus primeiros suspiros, o Estado brasileiro continua focado no aumento de receita, investindo em tecnologia de apuração e cruzamento de dados para garantir uma maior arrecadação com tributos. Se a meta do fisco é aumentar a rigidez das fiscalizações, o que o empresário pode esperar para o ano de 2017? Veja quais são os principais desafios fiscais, contábeis e trabalhistas na lista da SYNCHRO:

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Por que seu ambiente tributário fiscal deve ir para a cloud?

Número de atualizações na legislação e quantidade de tributos colocam os sistemas tributários como prioridade na migração para a nuvem

Cloud já não é mais tendência, é realidade. Considerada uma das tecnologias mais promissoras dos últimos anos, a nuvem invadiu o meio corporativo, o que deu início a uma espécie de corrida para a cloud, em que as empresas querem levar tudo para os “ares”. Passado o entusiasmo inicial, como deve ser uma jornada de sucesso na gestão tributária fiscal no ambiente cloud?

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Com solução de governança fiscal, AccorHotels garante controle sobre pagamento de obrigações acessórias

Rede francesa de hotéis adota solução Synchro Governança, que assegurou maior controle, pontualidade e segurança na gestão fiscal da empresa

O processo tributário brasileiro desafia empresas instaladas no País. Diante da complexidade, o governo criou um sistema integrado de informações tributárias – o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) -, que visa a simplificar o envio, armazenamento e procedimentos sujeitos ao controle da administração tributária.

O sistema trouxe diversas automatizações, mas o processo de escrituração digital contém determinadas lacunas que podem causar enormes prejuízos. Diante desse cenário, a rede de hotéis AccorHotels buscou minimizar os impactos da legislação em suas atividades e, com tecnologia de governança fiscal, implementou a solução Synchro Governança, software responsável por prover suporte principalmente aos gestores fiscais da empresa.

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De olho em novas tendências, Alfaparf leva obrigações contábeis para a nuvem

Em busca de segurança e melhoria em seus processos contábeis, empresa adota módulo ECD – Escrituração Contábil Digital em cloud com a SYNCHRO.

Tendência no setor de Tecnologia da Informação, as aplicações em nuvem são uma nova aposta do setor para garantir segurança e diminuir investimento em hardware. Pensando nisso, a Alfaparf, empresa referência no setor de cosméticos, levou seu módulo ECD – Escrituração Contábil Digital para a nuvem. A empresa já contava com a solução SYNCHRO on-premise e agora passa a operar em cloud. Segundo o diretor de TI da empresa, Fabrizio Grisci, “o investimento em cloud visa principalmente a segurança dos dados da Alfaparf, evitando que informações importantes se percam ou caiam em mãos erradas.

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Fisco tem agido de forma implacável

Fisco tem agido de forma implacável

Setor industrial lidera com 41% do valor arrecadado das autuações

O fisco vem agindo de forma implacável com operações que visam apurar a sonegação fiscal. Hoje a Receita Federal possui um cronograma de fiscalizações, que tem a meta de arrecadar R$ 125 bilhões em 2016, para fechar o ano com valor igual ao apurado em 2015. Em anúncio recente, a instituição federal afirmou ter resgatado cerca de R$73,2 bi em autuações no período de janeiro a agosto desse ano. Se fizermos uma conta fácil, faltam cerca de R$ 51,8 bi para atingir a meta, exigindo preparação e cuidado dos contribuintes que não quiserem pagar essa conta.

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Evite autuações – Confira as penalidades relacionadas à ECF

Penalidades realcionadas à ECF

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) trouxe um novo formato de apuração do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Com informações contábeis e fiscais do IRPJ e da CSLL interligadas, o Fisco (Receita Federal) poderá efetuar, de forma rápida e eficiente, cruzamentos de informações e auditorias eletrônicas, ampliando seu poder de fiscalização.

Importante destacar que, além do salto tecnológico na apuração e recepção das informações, a ECF também tem como objetivo a diminuição da sonegação de receitas tributárias. Nesse contexto, várias penalidades foram relacionadas à respectiva obrigação acessória federal e, como veremos adiante, o Fisco não economizou quando se trata de não entrega, atraso, incorreções, omissões e informações inexatas ou incompletas.

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Reconhecimento da variação cambial para fins tributários pode ajudar empresas impactadas pela alta do dólar

A instabilidade econômica provocada pela forte queda no PIB esperada em 2016 em torno de -3,2% (segundo últimas análises dos economistas) e uma taxa de juros na casa de 13,75% (Relatório do Banco Central), gerou forte queda do Real frente às principais moedas do mundo (Dólar, Libra e Euro).

Como a referência mundial é o dólar e consequentemente a maioria das operações praticadas pelas empresas com o mercado internacional também utilizam o dólar, a sua valorização desde 2015 frente ao real gera uma variação cambial elevada, que provoca nas empresas aumento de receita com a variação ativa ou de despesas com a variação passiva, dependendo da posição em que a empresa está atuando. Essa tendência de dólar alto passa pelos problemas encontrados em nossa economia por uma instabilidade que vem desde 2015 e que começa a dar sinais de recuperação no segundo semestre de 2016.