cloud computing

Número de atualizações na legislação e quantidade de tributos colocam os sistemas tributários como prioridade na migração para a nuvem

Cloud já não é mais tendência, é realidade. Considerada uma das tecnologias mais promissoras dos últimos anos, a nuvem invadiu o meio corporativo, o que deu início a uma espécie de corrida para a cloud, em que as empresas querem levar tudo para os “ares”. Passado o entusiasmo inicial, como deve ser uma jornada de sucesso na gestão tributária fiscal no ambiente cloud?

Os benefícios de um sistema em nuvem podem ser facilmente elencados, principalmente quando falamos de custo de hardware e acessibilidade, por exemplo, fatores que computação em cloud influencia diretamente. Mas serão somente esses os benefícios que esta tecnologia pode trazer?

As características da nuvem caem como uma luva nas aplicações tributárias que fazem a gestão e o controle de todo o processo tributário e fiscal de uma empresa. Os softwares em cloud acompanham as revisões legislativas, que em 2015 tiveram média de 22 mudanças por dia. Esse grande volume de alterações demanda uma série de atualizações nos softwares de gestão tributária, com implicação no aumento da carga de trabalho para atualização com consumo alto de horas nos departamentos de TI.

Esse cenário possibilita erros tributários, que por sua vez podem gerar uma série de inconformidades e multas para as empresas.  Ao adotar um ambiente cloud na gestão tributária fiscal., a empresa evita todos esses tipos de problemas, com a garantia de que seu software tributário fiscal estará em um ambiente totalmente controlado, no qual receberá todos os upgrades que a lei exige pelas mãos de especialistas, o que deixa a governança de TI muito mais simples e uma gestão de impostos assertiva e segura.

Outro ponto importante no uso de soluções de gestão tributária fiscal em cloud é a escalabilidade e a elasticidade do sistema.  É fato que o número de obrigações legais de uma empresa não é pequeno, com um volume expressivo de documentos fiscais e contábeis expedidos diariamente.

Além desse uso constante, muitas das obrigações tributárias brasileiras são sazonais, o que exige capacidade de processamento para picos de informações e uso, com necessidade de altos investimentos em hardware e mão de obra para uma atividade que vai ser feita apenas algumas vezes no ano. Com a migração dos sistemas tributários fiscais para cloud, é possível contratar a capacidade de processamento e serviços específicos conforme demanda, o que possibilita realocar recursos para processos mais críticos e focar sua equipe de TI em atividades internas.

Apesar de todos os benefícios já mencionados, a nuvem enfrenta um paradigma cultural: a preocupação com a segurança dos dados.  Se essa segurança é questionada em cloud como um todo, imagine quando falamos de dados contábeis e fiscais, que em sua maioria são guardados a sete chaves? Aqui, a prioridade é entender que não é porque seu dado está perto de você, no “quintal de casa” que ele está seguro.

Hoje, as empresas especializadas em nuvens, gigantes como Amazon Web Services (AWS) e Microsoft, por exemplo, possuem uma série de certificados de segurança, data centers secretos e protocolos especiais que garantem toda a segurança de suas informações. São empresas especialistas que possuem recursos que poucas companhias conseguem ter internamente. O essencial nesse caso é entender que suas informações tributárias fiscais são tão valiosas quanto seu dinheiro, e que o lugar mais seguro não é no cofre da sua empresa, mas sim guardado a sete chaves em ambiente cloud.

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